Tocantins é sede do Festival Nacional Nossa Arte
Materia de Dorivan
O Tocantins foi escolhido para sediar o VI Festival Nacional Nossa Arte, que acontece em Palmas de 9 a 11 de setembro, reunindo mais de mil artistas de-ficientes mentais de todo o Brasil, marcando as comemorações dos 50 anos do movimento apaeano no Brasil e integrando ainda a programação do evento Ação Global, promovido pelo SESI e Rede Globo.
O festival, que nasceu no início da década de 90, em São Paulo, vem ga-nhando cada vez mais importância como um instrumento de inclusão social por meio da arte. Para o presidente da Federação Nacional das APAEs, Luiz Alberto Silva, “o festival é uma espaço de manifestação do talento dos nos-sos alunos e também de cidadania, pois contribui para conscientizar a socie-dade para o valor do respeito às diferenças”.
Palmas já começa a se preparar para receber cerca de 1.200 pessoas que in-tegram as caravanas de 22 estados que participam do evento. O palco do festival será o CEM - Centro de Ensino Médio de Palmas (conhecido como Colégio Estadual). Os concorrentes participarão de sete categorias artísticas – Teatro, Dança, Música, Manifestações Folclóricas, Literatura, Artesanato e Artes Visuais. Ao todo, vão subir ao palco do festival 75 grupos, represen-tando 22 estados da Federação. O Tocantins, bicampeão em artes cênicas, com o grupo da APAE de Porto Nacional, estará representado com vários grupos já conhecidos nacionalmente.
O Festival Nacional Nossa Arte é uma iniciativa da Federação Nacional das APAEs e promoção da Federação das APAEs do Estado do Tocantins e da Apae de Palmas, em parceria com o Governo do Estado, por meio da Fundação Cultural e da Secretaria do Trabalho e Ação Social, a Prefeitura de Palmas, o Ministério da Educação, o SESI e a Rede Globo.
O Movimento Apaeano e o VI Festival Nossa Arte
O Movimento Apaeano é o maior iniciativa de solidariedade do mundo em sua área de atuação e está completando 50 anos. Seu principal objetivo é garantir os direitos e a melhoria da qualidade de vida das pessoas portadoras de deficiência, junto com os pais, familiares, amigos e na sociedade.
No Brasil, já são duas mil unidades espalhadas em todos os Estados brasileiros, atendendo 245 mil portadores de deficiência.
O VI Festival Nacional Nossa Arte comemora todas estas conquistas e prova a capacidade destas pessoas tão especiais. Durante três dias você poderá apreciar quão mágica a arte pode se revelar. Literatura, artesanato, artes visuais, teatro, música, dança e manifestações folclóricas como você nunca viu antes. Sensibilidade para ser sentida com os olhos da alma e do coração.
PROGRAMAÇÃO DO VI FESTIVAL NACIONAL NOSSA ARTE
9 a 11 de setembro/2005, no Centro de Ensino Médio de Palmas
09/09/2005 – Sexta-feira
INÍCIO ÀS 19 h (Cerimonial de Abertura)
Apresentações do Gênero de Artes Musicais:
1º - Paraná
2º - Rio de Janeiro
3º - São Paulo
4º - Tocantins
5º - Santa Catarina
6º - Goiás
7º - Minas Gerais
8º - Bahia
9º - Rondônia
10º - Maranhão
11º - Mato Grosso
12º - Ceará
13º - Rio Grande do Sul
14º - Espírito Santo
15º - Piauí
16º - Mato Grosso do Sul
17º – Acre.
10/09/2005 – Sábado
(Programação integrante da Ação Global/SESI/Rede Globo)
TARDE (INÍCIO ÀS 14hs
Apresentação do Gênero Dança Folclórica:
1º - Paraná – Festa do Boi Bumbá
2º - Santa Catarina – Lenda do Curupira
3º - Mato Grosso do Sul – Quyquycho e o Renascimento
4º - Bahia – Arraiá do Velho Chico
5º - Rio Grande do Norte – Pastoril
6º - Paraíba – Eu posso, Você Duvida?
7º - Piauí – Xaxado
8º - São Paulo – Marcas do Sul
9º - Rio Grande do Sul - Folclórica do Rio Grande do Sul
10º - Minas Gerais – Caboclinhos
11º - Ceará – Pisa o Milho e Dança o Baião
12º - Espírito Santo – Congo que Encanta Gerações
13º - Rio de Janeiro – A Saga do Sertão Nordestino
14º - Mato Grosso – A Dança do Siriri
15º - Goiás – Dança Guerreira
16º - Amazonas – Dança da Ciranda
17º - Rondônia – Tarantela
18º - Tocantins – Coração Cigano
19º - Maranhão – Pot-Pourri de Ritmos Maranhenses
20º - Pernambuco – Relatos de Pernambuco
21º - Brasília/DF – Maracá Eu, Maracá Tu
22º - Acre - Cultura do Daime.
NOITE (INÍCIO ÀS 19:00hs
Apresentações do Gênero de Dança:
1º - Rio Grande do Sul – Ilumina
2º - Maranhão – Corpo em Busca de Movimentos
3º - Paraná – Pilares
4º - Ceará – Os Ciganos
5º - Paraíba – Vencendo Desafios
6º - Tocantins – Vontade do Pai
7º - Mato Grosso Sul – Sintonia do Tempo
8º - Rondônia – Explosão Dance
9º - Bahia – Família: Direito e Convivência Familiar
10° - São Paulo – Alcantis
11º - Mato Grosso – Eu Posso
12º - Espírito Santo – Terra
13º - Piauí – Pas-de-Deux (Fascinação)
14º - Santa Catarina – O Amor de Romeu e Julieta
15º - Minas Gerais – Rudá
16º - Acre – Dança da Rosa Vermelha.
11/09/2005 – Domingo
NOITE (INÍCIO ÀS 19:00hs
Apresentações do Gênero de Artes Cênicas:
1º - Rondônia – A Natureza Viva
2º - Mato Grosso do Sul – Um Sonho de Criança
3º - Ceará – A Busca da Felicidade
4º - Santa Catarina – Todos Somos Um
5º - Pernambuco – A Saga do Retirante
6º - Paraíba – Eu Posso, Você Duvida?
7º - Bahia – Bruxas Excepcionais Descobrindo
8º - Maranhão – Zeropéia
9º - Paraná – A Busca do Rato ao Encontro do Amor
10º - Tocantins – Duas Vidas, Um só Coração
11º - Espírito Santo – Os Milagres de Jesus
12º - Piauí – A Casa de Brinquedos
13º - Rio Grande do Sul – O Mundo Encantado do Circo
14º - Mato Grosso – Drogas Nunca!
15º - Goiás – O Macaco e a Velha
16º - Minas Gerais – Romantismo
17º - Amazonas – Ah! Essa Mãe, Terra Amazonas
18º - São Paulo – A Caixinha de Sonhos
19º - Rio de Janeiro – O Despertar de Mim
20º - Acre – O Índio e a Carta
Durante todo o Festival haverá Exposição de Literatura, Artesanato e Artes Visuais.
Tocantins Sedia Festiva Nossa Arte
Materia de Ruy Bucar-APAE/Palmas)
Release 24.08.2005
O Tocantins foi escolhido para sediar o VI Festival Nacional Nossa Arte, que acontece em Palmas de 9 a 11 de setembro e que deve reunir mais de 700 artistas deficientes mentais de todo o Brasil. O Festival que nasceu no início da década de 90 em São Paulo vem ganhando cada vez mais importância como um instrumento de inclusão social por meio da arte. Para o presidente da Federação Nacional das APAEs, Luiz Alberto, “o festival é uma espaço de manifestação do talento dos nossos alunos, mas também de cidadania e que contribui para conscientizar a sociedade do respeito às diferenças.”
Palmas já começa a se preparar para receber cerca de 1.200 pessoas que integram as caravanas de 22 estados que participam do evento. O palco do festival será o Centro de Ensino Médio de Palmas (antigo Colégio Estadual). O certame contempla sete categorias artísticas – Teatro, Dança, Música, Manifestações Folclóricas, Literatura, Artesanato e Artes Visuais. Ao todo vão subir ao palco do festival 75 grupos representando 22 estados da federação. O Tocantins, bi-campeão em artes cênicas estará bem representado com vários grupos já conhecidos nacionalmente.
A realização do Festival Nossa Arte de São Paulo em 91, em Pirassununga, deu origem ao Festival Nacional. O primeiro foi realizado em 95 em Salvador – BA; o segundo, 96 em Vitória – ES; - o terceiro em 99 em Belo Horizonte, MG; o quarto em São Paulo em 2001 e o quinto em Curitiba em 2003. Este ano o festival se reveste de uma importância ainda maior faz parte das comemorações de 50 anos da APAE no Brasil.
O Festival Nacional Nossa Arte é uma iniciativa da Federação Nacional das APAEs e promoção da Federação das APAEs do Estado do Tocantins e da APAE de Palmas em parceria com o Governo do Estado, Prefeitura de Palmas, Ministério da Educação, SESI e Rede Globo.
Nesta sexta-feira, 26, durante coletiva com a imprensa acontece o lançamento do festival. Na oportunidade o presidente da Federação Nacional das APAEs Luiz Aberto fará apresentação da programação para jornalistas e autoridades. O governador Marcelo Miranda e a presidente da Fundação Estadual de Cultura, Valquíria Guimarães prestigiam o evento.
Lançado no Tocantins Festival Nacional de Artes das APAEs
Materia de Josélia de Lima
Release 26.08.2005
Com uma expressão de entrega total à música, a estudante Mary Hellen Rosal encantou as autoridades presentes na solenidade de lançamento do VI Festival Nacional Nossa Arte, na manhã desta sexta-feira, 26, no Memorial Coluna Prestes, em Palmas. Hellen é da Apae de Porto Nacional e, com mais quatro colegas, vai representar o estado do Tocantins na categoria “Dança Folclórica”, com a apresentação “Coração cigano”.
Também emocionou a platéia o estudante Márcio José, da Apae de Barrolândia, que interpretou a música “O som do berrante”, de Sérgio Reis, tocando berrante.
O festival será realizado na Capital, no período de 9 a 11 de setembro, no CEM - Centro de Ensino Médio de Palmas e contará com aproximadamente 1.200 artistas de 22 estados brasileiros. O evento será parte integrante das atividades da Ação Global/Sesi/Rede Globo, que será realizado no sábado, 10. Os participantes do festival concorrem em sete categorias artísticas: teatro, dança, música, manifestações folclóricas, literatura, artesanato e artes visuais.
Esta é a primeira vez que o festival será realizado num espaço aberto; antes só acontecia em grandes teatros. O Tocantins é bicampeão em artes cênicas, com o grupo de Porto Nacional e, este ano, o Estado estará concorrendo nas categorias artes musicais, folclore, dança e teatro.
Comentários
O Festival Nossa Arte marca as comemorações dos 50 anos do movimento apaeano no Brasil. Para o presidente da Federação Nacional das Apaes, Luiz Alberto Silva, 10% da população brasileira são de portadores de algum tipo de deficiência e, desses, 50% são de deficientes mentais.
A Federação Nacional das Apaes atende 241 mil e 281 pessoas, em 2 mil municípios. “Das pessoas que atendemos, 90% estão abaixo da linha de pobreza e nos 3.500 municípios em que não há escolas especiais, os portadores de deficiência estão dentro de suas casas sem nenhuma perspectiva de integração social”, revela o presidente.
Ele também aproveitou a ocasião para explicar às pessoas que deficiência mental é diferente de doença mental. “Deficiência mental são pessoas que precisam romper os seus limites e o Festival Nossa Arte é o maior reflexo de cidadania. Os professores de educação física estão dando exemplos de compromisso com a educação inclusiva”, disse.
Durante o discurso, Luiz Alberto comentou sobre a inclusão social das pessoas portadoras de deficiências e os desafios que ainda têm que ser vencidos pela sociedade. Ele também lembrou da importância das parcerias para continuar levando adiante os projetos e ações desenvolvidos pelas Apaes.
O presidente do Sistema Fieto, Eduardo Machado, ressaltou que a inclusão social é um compromisso de todos e ele, como representante do setor industrial, vai apoiar as iniciativas do movimento apaeano. Machado sugeriu a elaboração de um projeto de lei para que as Apaes tenham recursos assegurados.
A presidente da Fundação Cultural do Tocantins, Valquíria Rezende, que no ato representou o governador Marcelo Miranda (PMDB), frisou a importância das parcerias. Ela aproveitou a ocasião para ressaltar as políticas públicas do governo para fomentar a geração de renda e inclusão social.
Também participaram do evento a secretária do Trabalho e Ação Social, Maria Helena Brito Miranda; a secretária da Educação e Cultura, Maria Auxiliadora Seabra Rezende; Eliana Braier, representando a primeira-dama do Estado, Dulce Miranda, entre outras autoridades.
CLIQUE AQUI - E baixe download (formato WORD) da Programação do VI Festival Nacional Nossa Arte.
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